← Sair da trilhaComunicação com Médicos
Aula 1 de 2 · VÍDEO · 3 min

O que é farmacovigilância na Myralis

Comunicação com Médicos

Pergunte à Lumi

Vídeo com o Dr. Ricardo (Regulatório e RAC) explicando por que farmacovigilância é assunto de todo mundo, não só da equipe técnica. O ponto central: a obrigação legal e ética de notificar não é apenas do RAC. É de qualquer colaborador da Myralis, propagandista, atendente do SAC, supervisor de produção, gerente comercial, que tomar conhecimento de um evento adverso, desvio de qualidade ou falha terapêutica relacionada a um produto nosso.

Por que todo mundo precisa saber

O RAC não está no campo. Está no escritório. Quem ouve primeiro a queixa é geralmente o propagandista numa visita médica, o atendente que recebe o telefonema, o farmacêutico parceiro num dia comum. Se essa primeira pessoa não souber o que fazer, a notificação se perde, e isso vira um risco regulatório imenso pra empresa e, mais importante, um risco pro paciente que poderia ter sido alertado mais cedo.

Os tipos de evento que se notifica

O vídeo cobre os 6 tipos principais: reação adversa esperada (já descrita em bula), reação adversa inesperada (não descrita), falha terapêutica, erro de medicação, exposição em gravidez, e uso off-label com evento clínico.

Grave vs não-grave

A diferença muda o prazo de notificação. Grave: óbito, risco de morte, hospitalização, incapacidade significativa, anomalia congênita. Esses têm prazo de 24h. Não-grave: 5 dias úteis. Desvio de qualidade sem evento clínico associado: 5 dias úteis.

Esconder é falta grave

Esconder uma suspeita, mesmo com boa intenção ('vou esperar pra ver se piora antes de notificar'), é falta grave, legal e ética. A central de FV é quem avalia. Você não precisa ter certeza, basta a suspeita. Se errou pra mais, ninguém perde nada. Se errou pra menos, você protegeu paciente, médico e a empresa.

8 perguntas3 tentativasCorte 70%Embaralhado
Comentários · 0
Sem comentários ainda. Tire dúvidas ou compartilhe insights com colegas.